Que dureza boa!
Como están usteds, mis adorables pupilos? Uma vez que não implementaram o espanhol como segunda língua nas escolas públicas, aqui estou eu inaugurando uma linha de aula. Não lamentem a dificuldade nenhuma; por completa semelhança com o nosso português, a saudação foi mais do que entendida. A réplica fica agendada para qualquer dia, "sin estrés".
Em todo mal há um bem e vice-versa. Não serei didático por razão alguma nessa vida, muito menos quando em companhia de meus tutoriados. Sim eu sou o tutor por aqui e o respeito que me é devido é devido se vocês o entenderem como tal. Do contrário estaremos conectados por laços infames. Sim, a palavra é infames. Busquem saber mais de seu significado, por amor a vocês mesmos.
A foto é de um Sátiro, cuja origem remonta ao próprio Dionísio, o deus grego da natureza (Baco, para os romanos). Há alguns que o vinculam as vinhas, ou precisamente, ao vinho. Esse ser de espírito livre era a essência das comemorações a Divindade e nessas ocasiões entoavam-se os ditirambos, versos declamados com acompanhamento musical - flautas, harpas e o que existia disponível naquela época e que desconhecemos. O tom da festa era exacerbado, frenético, carnal. Por vezes os tomamos por faunos, mas há quem afirme que os sátiros eram mais perspicazes que os seus iguais romanos. Em inglês, satyr configura uma pessoa ludibriosa, amoral. No fundo, a eles era refutada a lascívia dos homens, sob o efeito da bebida dos deuses. Faziam sexo com os animais e subjugavam as ninfas ao seu voraz apetite sexual. Um ser humano como os de hoje, com certeza.
A habilidade de equilibrar um vaso (taça?) sobre a cabeça do pênis ereto não é dom coletivo, obviamente. Acho que os machos gregos se excitavam mutuamente, o que não é de se admirar já que eram tão atleticos e másculos. As mulheres, não raro, tramavam pelas costas, arriscando todas as cartas. Muitas iam parar nas mãos do arquinimigo de seus maridos, por livre escolha. Víboras clássicas. E sabemos que os nobres guerreiros costumavam se meter de cabeça erguida (metáfora não seria) e voltavam prá casa com a honra imaculada. O produto Xilocaína ainda não havia disponivel no mercado, embora fossem os gregos versados em várias áreas e medicina era uma delas. Deviam usar uma lepa (emplastro de ervas) com propriedades anti-inflamatória e cicatrizante, além de anestesiante. Nós nunca fomos de ferro, o que só nos confere humanidade.
E a vida se dava sob moldes leves e por meio de valores altruístas. Até hoje respiramos sua cultura e gozamos dos frutos de suas mentes privilegiadas.
O hedonismo nunca nos abandonou, assim como a corrupção política.
Esqueçamos assuntos impróprios ao momento de exaltação fálica. O homem é uma criação divina e o pênis por extensão também o é. Quanto a ser mais ou menos divino por esse aspecto ou aquele outro, cabe a mim o direito ao silêncio. Talvez se resuma a um tema de anatomia, o que o elevaria a esfera de obra de arte.
Qure dureza boa, todo dia, a toda hora. Com os devidos cuidados, pode-se usufruir do órgão e ser feliz duas ou mais vezes por dia. Monogamicamente, de preferência. Leila Diniz costumava declarar que uma pessoa podia amar loucamente seu parceiro(a) e ir prá cama com outro(a) sem a menor culpa. Amor livre era o termo usado por ela no anos 70, cheio de gente marrenta e hipócrita que queria levar tudo a ferro e a fogo. E a bela, suave, exibindo a barriga de grávida na praia como se fosse uma devassa (eu imagino que eles tomavam a barriga pela vagina). Morreu voando e o diário dela sobreviveu. O que tinha escrito? Quer ver que só poesia sobre o amor, que ela fazia do jeito melhor do mundo - livremente a seu modo. O meu é outro. O de cada um de vocês, idem.
L'amour, cet object si abject...
https://www.rageon.com/products/star-shower-satyr?aff=Plv7
Em todo mal há um bem e vice-versa. Não serei didático por razão alguma nessa vida, muito menos quando em companhia de meus tutoriados. Sim eu sou o tutor por aqui e o respeito que me é devido é devido se vocês o entenderem como tal. Do contrário estaremos conectados por laços infames. Sim, a palavra é infames. Busquem saber mais de seu significado, por amor a vocês mesmos.
A foto é de um Sátiro, cuja origem remonta ao próprio Dionísio, o deus grego da natureza (Baco, para os romanos). Há alguns que o vinculam as vinhas, ou precisamente, ao vinho. Esse ser de espírito livre era a essência das comemorações a Divindade e nessas ocasiões entoavam-se os ditirambos, versos declamados com acompanhamento musical - flautas, harpas e o que existia disponível naquela época e que desconhecemos. O tom da festa era exacerbado, frenético, carnal. Por vezes os tomamos por faunos, mas há quem afirme que os sátiros eram mais perspicazes que os seus iguais romanos. Em inglês, satyr configura uma pessoa ludibriosa, amoral. No fundo, a eles era refutada a lascívia dos homens, sob o efeito da bebida dos deuses. Faziam sexo com os animais e subjugavam as ninfas ao seu voraz apetite sexual. Um ser humano como os de hoje, com certeza.
A habilidade de equilibrar um vaso (taça?) sobre a cabeça do pênis ereto não é dom coletivo, obviamente. Acho que os machos gregos se excitavam mutuamente, o que não é de se admirar já que eram tão atleticos e másculos. As mulheres, não raro, tramavam pelas costas, arriscando todas as cartas. Muitas iam parar nas mãos do arquinimigo de seus maridos, por livre escolha. Víboras clássicas. E sabemos que os nobres guerreiros costumavam se meter de cabeça erguida (metáfora não seria) e voltavam prá casa com a honra imaculada. O produto Xilocaína ainda não havia disponivel no mercado, embora fossem os gregos versados em várias áreas e medicina era uma delas. Deviam usar uma lepa (emplastro de ervas) com propriedades anti-inflamatória e cicatrizante, além de anestesiante. Nós nunca fomos de ferro, o que só nos confere humanidade.
E a vida se dava sob moldes leves e por meio de valores altruístas. Até hoje respiramos sua cultura e gozamos dos frutos de suas mentes privilegiadas.
O hedonismo nunca nos abandonou, assim como a corrupção política.
Esqueçamos assuntos impróprios ao momento de exaltação fálica. O homem é uma criação divina e o pênis por extensão também o é. Quanto a ser mais ou menos divino por esse aspecto ou aquele outro, cabe a mim o direito ao silêncio. Talvez se resuma a um tema de anatomia, o que o elevaria a esfera de obra de arte.
Qure dureza boa, todo dia, a toda hora. Com os devidos cuidados, pode-se usufruir do órgão e ser feliz duas ou mais vezes por dia. Monogamicamente, de preferência. Leila Diniz costumava declarar que uma pessoa podia amar loucamente seu parceiro(a) e ir prá cama com outro(a) sem a menor culpa. Amor livre era o termo usado por ela no anos 70, cheio de gente marrenta e hipócrita que queria levar tudo a ferro e a fogo. E a bela, suave, exibindo a barriga de grávida na praia como se fosse uma devassa (eu imagino que eles tomavam a barriga pela vagina). Morreu voando e o diário dela sobreviveu. O que tinha escrito? Quer ver que só poesia sobre o amor, que ela fazia do jeito melhor do mundo - livremente a seu modo. O meu é outro. O de cada um de vocês, idem.
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