De olho no prejuízo social
Urra! Urra! Urra! Aqui estou de volta depois de me fazer de sabonete(s) do Zac Ephron por uma semana inteira. Piadinha horrível. Horrível é pouco; medíocre. Medíocre não serve tanto quanto asquerosa. E os adjetivos que eu poderia usar para qualificar meu "gesto espontâneo" não chegariam a um final.
Não devemos jamais nos sentir confortáveis com o "sem medida", Instrutor Júlia; me falou um terapeuta amigo de longa data. E eu ainda fui abusado de me fazer de inocente e perguntei porque. Porque sim, meu amigo; replicou ele, concisa e objetivamente.
Vocês entenderam, meus pupilos? Da nossa imagem quem melhor cuida somos nós. Não fica bem eu me juntar a um mau educado (ou pior, a vários deles) cuja intenção é conquistar espaço fazendo uso de meios canalhas.
Nossa, Instrutor, que palavra forte! Sim; a intenção é essa mesma. Causar um impacto de maneira a fazer vocês refletirem e passarem a um segundo nível de maneira imediata. E qual seria? Tomada de atitude a partir do reconhecimento de uma falha cometida. Pode parecer inofensivo, mas uma má conduta sempre retorna dividendos não desejados.
Devemos ser windows uns para os outros e nos preocuparmos em descortinar paisagens que expressem nossa luminosa natureza interior. Trabalhar nossas emoções é fundamental para empreendermos uma relação equilibrada com os demais ao redor.
Só isso? Só isso significa muita coisa. Experimentem começar desde agora a se policiar de maneira mais contundente. Vocês verão que o efeito é uma auto imagem de dar água na boca. Como assim, Instrutor Júlia? Inteligência emocional atrai inteligentes emocionais. Preciso dizer mais?
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